terça-feira, 15 de julho de 2014

Está pronta a primeira edição da revista Escrita Pulsante, da qual faço parte juntamente com uma galera engajada em jornalismo cultural e de cunho social. Ainda está tímida, mas tem planos grandiosos de crescer e se tornar muito lida por quem preza por uma escrita mais "pulsante", "na veia".

Abaixo está o editorial de apresentação da revista! Quem curtir, passa lá ;)


A escrita pulsa nas ruas. Pulsa também nas horas, minutos e segundos dos nossos dias. Pulsante também segue o jornalismo desta revista, um projeto criado para oferecer outros olhares sobre cultura e sociedade, ou outros pontos de vista carregados de sensibilidade e crítica.

As mãos conduzem a escrita e a escrita é pulso firme diante do universo de histórias presentes no dia a dia das pessoas. Cada lugar com seu tempo, identidade, referência, momento político, confusão e solução, assim como o humano e seu dia na vida. Vida que se revela ou se esconde no correr da história, algumas partilhadas em nosso convívio diário, outras não.

Para além de uma escrita pretensiosa de iluminação, a Revista Escrita Pulsante interessa-se pelo obscuro das histórias e quer nela permanecer. O deslocamento para o acontecimento coloca-nos em face da investigação; a descoberta impulsiona enredar as histórias da fala, as histórias dos silêncios que existem nos fatos e não fatos. Assim, este será um lugar de reflexão, no qual pulsará a vida em todas as suas formas, constituindo, assim, as páginas desta revista.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

É incrível como os artistas são imediatamente reconhecíveis. Andando na multidão que transita pela Feira de Artes, o artista se destaca. Não é necessário perguntar quem é, reconhecemos-lhes ao olhar. Talvez o ar de tranquilidade, o olhar sagaz de quem capturou uma cena ou uma expressão peculiar, ou ainda a inquietude que lhes é habitual. Artistas são reconhecíveis e identificáveis. Decifráveis não. Para decifrá-los é preciso muito mais que um primeiro contato despreocupado. Para decifrá-los, talvez seja necessária uma cerveja, ou um bom vinho, regado a um bom papo. ;)


segunda-feira, 30 de junho de 2014

"Estar no mundo é fazer parte do mundo. O mundo não é mundo sem mim, e eu não sou o outro do mundo; eu existo no interior da correlação da qual sou um dos termos: só há mundo para mim, mas eu não sou o mundo; o que parecia nascer de mim me faz nascer (...)"

(Mikel Dufrenne)

Isso é o meu boa noite para vocês! :)


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eu sempre escrevi sobre o amor. E era sempre um amor puro, de coisas e desejos simples, que não exigiam muito de mim ou dos meus amores. E então eu cresci. Vieram as necessidades, outros olhares, e outro sentido foi dado à palavra amor. Complica-se a coisa. Complico-me em explicações e tentativas de explicações, tudo em vão. Ah, complico os meus amores também, emaranhando-os numa teia infinita de desejos e vontades que nem eu compreendo. As dúvidas também fazem parte. Para escrever sobre amor é preciso tomar cuidado: apaixonados fantasiam e sonham; amantes floreiam e seduzem. Para se escrever sobre o amor é preciso ser amante e ser amado, sem qualquer promessa, sem exigência, sem dores. Dizem que não se escreve sobre o amor sem conhecê-lo. Não acredito. Minhas escritas sobre o amor continham muito mais amor quando eu não sabia o que era.


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Novelas à parte, essa música é linda!


quinta-feira, 12 de junho de 2014

Vai ter dia dos namorados!
e
Vai ter Copa!

Escolham seus lugares! "O que tinha que ser roubado, já foi", como disse a Havelange; os estádios estão ai, feitos às pressas; não tem metrô, não tem ônibus; mas tem bomba e muita gente feliz, vestida de verde-amarelo! Vai ter Copa, galera, só nos resta torcer por bons resultados, em todos os sentidos!

sábado, 31 de maio de 2014

O ponto do ônibus fica em frente à casa da senhora com dois cachorros, não tão velhos quanto ela, mas velhos companheiros, percebe-se pela proximidade. A casa é simples, quintal de terra suja. O rosto da senhora é sereno, assim como o dos dois companheiros. Horas depois, muito distante, o ônibus novamente parado em outro ponto da cidade. A casa é grande, bonita e limpa. Tem jardim e janelas bonitas. Gosto de janelas. Mas estão fechadas. Olho bem ao fundo para achar vida, e não encontro nem sinal. Nas casas seguintes, também grandes, tampouco há sinal de vida. Por que não há vida nos casarões, e há tanta vida nas casinhas sujas de quintais de terra?


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Ela se vê novamente parada, frente ao espelho, mas desta vez não vê amor. Seus traços, sua boca e seus olhos, uma fisionomia não de todo desagradável. Mas não vê amor. Conta os cílios como se fossem pétalas de margaridas, cada pêlo um amante, mas todos terminam em mal-me-quer. Não é pessimismo, nem depressão: são os fatos. Ela não vê amor porque não sabe o que é. E quando aparecer? Ela vai saber? Quando o amor aparecer ela não vai se perguntar se há amor. Amor simplesmente é.


terça-feira, 20 de maio de 2014

“O que eu vejo é uma politicagem, uma sabotagem em cima desse governo, algo que eu sinto desde o primeiro governo de Lula. Eu morava no alto Leblon quando Lula ganhou. Era só eu e mais dois apartamentos gritando e o resto calado”, disse Otto, que ainda declarou que é impossível andar pelo país e não notar a mudança. “Eu que ando pelo Brasil vejo que a gente nunca teve uma situação melhor. Mas tem pessoas que não aguentam ver o pobre garantir mais coisa”

 

sexta-feira, 9 de maio de 2014


Cuba libre pelo socialismo de Fidel

Enfrenta o monstro capitalista

Na doçura do cosmopolitan sobre a mesa.


(poema feito para o trabalho da faculdade!) 
 

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